Essa é a segunda parte da retrospectiva de 29 semanas do Desafio 52 livros em 52 semanas.
(+Leia a primeira parte aqui).
18. The One - Kiera Cass (no skoob)
(No Brasil, o tÃtulo ficou "A Escolha")
19. Estorvo - Chico Buarque (no skoob)
20. Faefever - Karen Marie Moning (no skoob)
Esse foi o livro da saga Fever que menos gostei. Demorei para terminá-lo, porque a história estava me desanimando. Contudo, quando eu estava pronta para desistir da saga, surgiram aqueles últimos capÃtulos!
Advertência para quem for começar a série:
21. Dias de Colecionar Borboletas - José Carlos Honório(no skoob)
Esse é um livro de poesia que eu havia comprado para o meu amigo, mas o livro passou mais tempo comigo aqui em casa do que com ele.
Eu não tenho muito a falar, porque poesia tem que ser sentida, não explicada.
22. Fahrenheit 451 - Ray Bradbury (no skoob)
Sou suspeita para falar sobre esse livro, porque me identifiquei profundamente com ele desde a primeira linha. Um dia, espero estar escrevendo uma análise sobre ele, mas até esse dia preciso deixar claro algumas coisas.
Achei genial a forma como a alienação e a solidão do indivÃduo foram trabalhadas através da construção de uma sociedade altamente ligada à tecnologia e à velocidade. A tecnologia é forma como a pessoa se excluà da interação e do contato humano; a velocidade abusiva é a forma que ela encontrou de sentir alguma emoção, ao quebrar a monotonia do seu cotidiano. De fato, o Ray Bradbury tinha receio de que o avanço da tecnologia viesse a nos destruir. Ademais, o livro é permeado de passagens que exaltam os livros, o pensamento livre e a beleza das pequenas coisas.
Sobre o final do livro: Até hoje estou processando-o.
(+Leia a primeira parte aqui).
18. The One - Kiera Cass (no skoob)
(No Brasil, o tÃtulo ficou "A Escolha")
Depois de terminar as trilogias de The Seletcion e de Divergent, eu realmente fiquei traumatizada com trilogias. Sério. Estou enrolando as minhas trilogias pendentes, porque estou com medo de chegar no último livro e ficar decepcionada de novo.
Deixem-me explicar: Eu adorei The One, tudo ocorreu exatamente como eu queria, o final foi fofo e lindo e tudo o mais. Porém, quando um autor inicia uma história, ele precisa ter não apenas sério compromisso com ela, mas também com os leitores. Deixando o meu amor pelos personagens de lado, reconheço que o final foi totalmente anticlÃmax (não de uma forma positiva), tedioso e conveniente demais para a autora. Pareceu, a mim e a várias outras pessoas, que a Kiera Cass ficou com preguiça de escrever o final e simplesmente acabou a história. Ponto. E eles viveram felizes para sempre.
Eu terminei o livro sem acreditar que a história tinha acabado, porque, para mim, ela não acabou. Há tanto para ser dito, explicado e mostrado. Não é aquela sensação de quando você termina de ler Harry Potter e você se recusa a largar o livro e, por isso, lê toda e qualquer fanfic que aparecer pela frente só para continuar conectado a esse mundo. Não é aquela sensação de quando você acaba de ler Clockwork Princess (Princesa Mecânica) e você quer saber todos os detalhes da vidas dos personagens depois do livro. A sensação com a qual fiquei após The One foi aquela de que a própria escritora se perdeu no meio do caminho.
Eu não o achei um estorvo kkkkk
Todo mundo faz piada com o tÃtulo desse livro. Eu tinha fazer parte do clubinho também.
Falando sério: esse é um livro ousado, que facilmente poderia ter dado errado. Ele conta a história de um personagem que parece transitar num estágio de constante delÃrio, misturando suas lembranças com o presente, de forma a tecer um plano ilusório de constante confusão e tensão. Por algum motivo que nunca nos é revelado, o personagem está fugindo. E, durante essa fuga, ele vai se desligando de todo traço de personalidade que o conectava à sua vida. Ele é um personagem deslocado e estranho, literalmente, um estorvo à famÃlia, à esposa e à humanidade.
Talvez, fosse da sua própria condição que ele estivesse fugindo. Talvez, ele só quisesse desaparecer da vida das pessoas que, de certa forma, eram obrigadas a suportá-lo.
O livro é bem lento, mas não é ruim. Juro.
Esse foi o livro da saga Fever que menos gostei. Demorei para terminá-lo, porque a história estava me desanimando. Contudo, quando eu estava pronta para desistir da saga, surgiram aqueles últimos capÃtulos!
Sabe quando tudo está indo parcialmente bem e só faltam vinte páginas para terminar o livro e você tem certeza que não existe a menor chance de algum manÃaco surgir com uma bazuca e explodir tudo? Não foi exatamente isso o que aconteceu. Logicamente, foi pior, porque apareceram centenas de manÃacos que não precisavam de uma bazuca para destruir o mundo inteiro.
Sem falar que as últimas cinco páginas foram chocantes, alarmantes, enlouquecedoras, aterrorizantes, inacreditáveis, perturbadoras. E eu já falei que todo o meu mundo acabou em cinco meras páginas?
Eu não lembro de nada que aconteceu nesse livro, somente dos últimos capÃtulos, que foram uma das melhores coisas que eu já li.
Advertência para quem for começar a série:
21. Dias de Colecionar Borboletas - José Carlos Honório(no skoob)
Esse é um livro de poesia que eu havia comprado para o meu amigo, mas o livro passou mais tempo comigo aqui em casa do que com ele.
Eu não tenho muito a falar, porque poesia tem que ser sentida, não explicada.
22. Fahrenheit 451 - Ray Bradbury (no skoob)
Sou suspeita para falar sobre esse livro, porque me identifiquei profundamente com ele desde a primeira linha. Um dia, espero estar escrevendo uma análise sobre ele, mas até esse dia preciso deixar claro algumas coisas.
Achei genial a forma como a alienação e a solidão do indivÃduo foram trabalhadas através da construção de uma sociedade altamente ligada à tecnologia e à velocidade. A tecnologia é forma como a pessoa se excluà da interação e do contato humano; a velocidade abusiva é a forma que ela encontrou de sentir alguma emoção, ao quebrar a monotonia do seu cotidiano. De fato, o Ray Bradbury tinha receio de que o avanço da tecnologia viesse a nos destruir. Ademais, o livro é permeado de passagens que exaltam os livros, o pensamento livre e a beleza das pequenas coisas.
Sobre o final do livro: Até hoje estou processando-o.
Ando meio preguiçosa para ler. Demorei mais de duas semanas para terminar Fahrenheit 451, e o livro só tem 232 páginas! Então, decide que já havia passado da hora de voltar com a minha velha rotina saudável de ler cerca de 60 páginas por dia. Porém, preciso de motivação! E onde a encontrar?
Descobri por acaso a maratona literária #soudoideira, criado pelo blog Carneirismo, e resolvi participar. Sou péssima em cumprir metas, principalmente quando elas se referem à leitura. Sempre que crio uma meta do tipo "vou ler tantos livros nesse mês", acabo lendo nenhum dos livros. Shame on me!
Contudo, dessa vez, realmente vou me esforçar para conseguir concluir esse desafio, apesar do final de semestre apertado e das minha provas do curso de inglês e de francês. Vamos ver no que dá...
Sem mais enrolações, a maratona #soudoideira consiste em ler 7 livros em 15 dias, o que dá cerca de um livro a cada dois dias. Além disso, deve-se escolher uma música para cada livro, ao final da leitura, logicamente. Essa é a parte mais divertida do desafio e o que me convenceu a participar dele! Estou super empolgada! Espero que consiga completar a minha meta e a que a galera que está participando se entroce e converse bastante!
1. Cinco Minutos* de José de Alencar
2. Dreamfever de Karen Marie Moning
3. Minha Querida Sputnik do meu amado e idolatrado Haruki Murakami
4. Caim de José Saramargo
5. The Night Circus de Erin Morgenstern
6. A Arte do Romance de Milan Kundera
7. Lolita de Vladimit Nabokov
*Como Cinco Minutos não é tecnicamente um livro, mas um conto, para não ficar injusto, resolvi ler outros contos e juntar tudo para "contar" como um livro. Então, provavelmente, estarei lendo os contos "O Diabo" do Tolstoi e "One Hundred" da Susan Ee e, talvez, algum conto do Poe.
Outra informação não tão importante: Como eu acho que vou desistir de The Night Circus (o pouco que li, não gostei), ele poderá ser substituÃdo pelo 5° livro da saga Fever, ou por O Bater de Suas Asas, ou por Gêneses, ou por A Mensagem, ou por "Prodigy".... E eu poderia continuar isso para sempre...



