Primavera passada, Nikki Beckett desapareceu, sugada para um submundo conhecido como Everneath, onde os imortais se alimentam das emoções dos humanos desesperados. Agora ela está de volta, para sua velha vida, sua famÃlia, seus amigos, antes de ser banida de volta para o submundo, desta vez, PARA SEMPRE! Ela tem seis meses antes de Everneath vir pegá-la, seis meses para dizer um adeus para o qual ela não consegue nem mesmo achar as palavras, seis meses para encontrar salvação, se é que existe. Nikki passa esses meses se reconectando com seu namorado, Jack, a única pessoa que ela ama mais que tudo. Mas tem um problema: Cole, o irresistÃvel imortal que a atraiu para o Everneath a seguiu para o mundo mortal. E ele fará o que for possÃvel para levá-la de volta, desta vez como rainha. À medida que o tempo de Nikki diminui e suas relações vão escorrendo por suas mãos, ela é forçada a fazer a decisão mais difÃcil de sua vida: encontrar um jeito de enganar o destino e permanecer na superfÃcie com Jack ou retornar para Everneath e se tornar de Cole.
Everneath é o primeiro livro da trilogia de mesmo nome, que propõe uma releitura moderna de dois dos meus mitos favoritos - o do rapto da Perséfone pelo Hades (eu e estudiosos dessa temática concordamos que não foi um rapto, ela desceu ao Submundo por vontade própria) e o da tentativa de Orfeu de resgatar a alma da sua amada EurÃdice (também no Submundo). Com esta proposta, pensava eu que não tinha como dar errado; eu iria amar o livro, já estava certo. Porém, como já deu para perceber em outras resenhas minhas, altas expectativas são causadoras das minhas decepções literárias.