É inegável afirmar que, nos últimos anos, os antagonistas estão ganhando mais destaques nas mídias e no coração dos fãs. Eles roubam a cena e ganham maior prestígio que o “mocinho” da história. Eles estão cada vez mais sedutores e complexos, suas histórias nos fascinam e as suas motivações parecem, por vezes, mais compreensíveis que as do herói.
Em tal época, seria de se esperar releituras de antigos vilões que povoam o imaginário da cultura pop, como foi o caso da vilã icônica da Disney, em Malévola, e do vampiro mais famoso de todos os tempos, em Dracula Untold. Até mesmo na animação infantil Frozen vemos a releitura de uma vilã dos contos de fadas, a Rainha das Neves, através da Elza.
Não estou aqui para debater sobre a qualidade desses filmes, mas para realizar uma análise de um tema que todos têm em comum - a releitura do vilão.